



O Festival Lendas do Arpoador foi um evento épico, a coisa mais importante para a memória do surf carioca já realizado.
A repercussão foi tão grande, que nem me preocupei em escrever sobre ele, até porque fui pra Bahia no dia seguinte, e não tinha computador.
agora, com a poeira assentada e o coração mais calmo, vamos a ele.
Primeiro, quero parabenizar o Wady e o Sabbá, eles fizeram coisas impossíveis e o Festival foi de primeira, nada podia ser melhor, nem mesmo as ondas, que iriam atrapalhar.
Quando primeiro pensei nesta homenagem, eu imaginava um jantar, mas o campeonato sem ondas foi a fórmula perfeita para que as novas gerações, presentes no Arpoador pro

campeonato, conhecessem as lendas, e como disse a Fernanda, quando a gente vier pegar ondas aqui, deixem a gente surfar, porque não somos haoles.
Foi muito emocionante ver pessoas como Arduíno, Mário Bração, Penho, Maraca, Mudinho, Tito, com água nos olhos.
A coisa que mais me impressionou foi a lista dos inscritos no primeiro clube de surf do Arpoador, acho que se vamos listar as Lendas do Arpoador, esta é a lista.
São 80 nomes, dos quais eu consigo distinguir poucos, mas com a ajuda de todos, vamos resgatar estes nomes:

2 comentários:
Salve Marcelo Kaneca....
Te juro.....
Eu fico impressionado com o cuidado que voce e outros LEGENDS do SURF nacional tem com a memoria....
Putz.... a relacao com os nomes, a relacao original.
SHOW. Parabens pelo amor e zelo pela memoria do SURF.
Meu amigo. O amor que vc tem pela memória do surf é de emocionar mesmo. Faz 33 anos que eu sai do Rio e vim pra Recife. Aqui não temos essa divulgação de nossa cultura surf, essa saudade dos nossos pioneiros. Uma pena. Aquela foto do senhor de cabelos brancos (É o Arduino ?) parece que tem muita gente das antigas, mas acho que só identifiquei o Mudinho e o Mário Bração. Será que são eles mesmos ? Será que vc poderia colocar a identificação de cada um na foto ?
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